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  "ova_anoReferencia": "2024",
  "ova_a": "A Agência de Fomento do Estado de Goiás – GoiásFomento, sociedade de economia mista de capital fechado, autorizada a funcionar e regulada de forma segmentada pelo Banco Central e constituída sob o controle acionário do Governo do Estado de Goiás, e Jurisdicionada à Secretaria de Estado da Retomada (SER), inclui em seu modelo de negócios o apoio aos programas e projetos de desenvolvimento econômico e social do Estado de Goiás. Atua como agente financeiro do Estado de Goiás em diversos programas de governo e em específico em programas sociais, por meio da concessão de empréstimos e financiamentos de capital de giro, a partir da prestação de garantias por meio de fundos garantidores e como agente financeiro do BNDES, FCO, FUNGETUR e FINEP.Os limites de atuação da instituição estão descritos na Resolução CMN nº 2.828/2001 que dispõe sobre a constituição e o funcionamento de agências de fomento.O perfil de riscos da instituição é compatível com o modelo de negócio, com a natureza das operações e com a complexidade dos produtos, dos serviços, das atividades e dos processos da GoiásFomento, pois possui foco no desenvolvimento econômico e Relatório da Visão Geral do Gerenciamento de Riscos – Pilar 3 Aprovado pelo CONSAD em 07/10/2025 2social do Estado de Goiás, considerando o enquadramento da instituição no segmento 4(S4). A seguir o conjunto de riscos relevantes para a GoiásFomento:1. Crédito: Possibilidade de ocorrência de perdas associadas ao não cumprimento pela contraparte de suas obrigações nos termos pactuados, à desvalorização, redução de remunerações e ganhos esperados em instrumento financeiro decorrentes da deterioração da qualidade creditícia da contraparte, do interveniente ou do instrumento mitigador, à reestruturação de instrumentos financeiros ou aos custos de recuperação, de exposições caracterizadas como ativos problemáticos.2. Mercado: Possibilidade de ocorrência de perdas financeiras ou econômicas resultantes da flutuação nos valores de mercado de posições detidas pela Instituição.3. Liquidez: É a ocorrência de desequilíbrios entre ativos negociáveis e passivos exigíveis – “descasamentos” entre pagamentos e recebimentos – que possam afetar a capacidade de pagamento da Instituição, levando-se em consideração as diferentes moedas e prazos de liquidação de seus direitos e obrigações.4. Operacional: Possibilidade de perdas resultantes de falha, deficiência ou inadequação de processos internos, pessoas e sistemas, ou eventos externos. Esta definição incluem a possibilidade de perdas decorrentes do risco legal. 5. Social: Possibilidade de ocorrência de perdas para a instituição ocasionadas por eventos associados à violação de direitos e garantias fundamentais ou a atos lesivos a interesse comum.6. Ambiental: Possibilidade de ocorrência de perdas para a instituição ocasionadas por eventos associados à degradação do meio ambiente, incluindo o uso excessivo de recursos naturais.7. Climático: I. risco climático de transição: possibilidade de ocorrência de perdas para a instituição ocasionadas por eventos associados ao processo de transição para uma economia de baixo carbono, em que a emissão de gases do efeito estufa é reduzida ou compensada e os mecanismos naturais de captura desses gases são preservados; eII. risco climático físico: possibilidade de ocorrência de perdas para a instituição ocasionadas por eventos associados a intempéries frequentes e severas ou a alterações ambientais de longo prazo, que possam ser relacionadas a mudanças em padrões climáticos.8. Estratégia: Possibilidade de perdas decorrentes de mudanças adversas no ambiente de negócios, ou de utilização de premissas inadequadas na tomada de decisão.9. Reputação: Possibilidade de perdas decorrentes da percepção negativa sobre a Instituição por parte de clientes, contrapartes, acionistas, investidores, órgãos governamentais, comunidade ou supervisores que pode afetar adversamente a sustentabilidade do negócio.Relatório da Visão Geral do Gerenciamento de Riscos – Pilar 3 Aprovado pelo CONSAD em 07/10/2025 3 10. Conformidade: Possibilidade de perdas financeiras ou de reputação resultantes de falha no cumprimento de leis, regulamentos, normas internas, códigos de conduta e diretrizes estabelecidas para o negócio e atividades da organização.11. Cibernético: Possibilidade de perdas relacionadas à ataque cibernético ou violação de dados em sua organização.12. Tecnologia da Informação: Possibilidade de perdas decorrentes de inadequações ou falhas na entrega e suporte de soluções e serviços de tecnologia, envolvendo infraestrutura, construção, operação.13. Continuidade de Negócios: Possibilidade de perdas decorrentes de interrupção nas atividades da GoiásFomento em função da descontinuidade no fornecimento de produtos e serviços.14. IRRBB: O risco da variação das taxas de juros para os instrumentos classificados na carteira bancária (IRRBB), refere-se ao risco, atual ou potencial, do impacto de movimentos adversos das taxas de juros no capital e nos resultados da instituição financeira, para os instrumentos classificados na carteira bancária.O Conselho de Administração é o órgão responsável pela aprovação das diretrizes e limites constantes na Declaração de Apetite por Riscos (RAS), considerando as previsões constantes na Resolução CMN nº 4.557/17, e pela aprovação das políticas da instituídas pela GoiásFomento. Como por exemplo podemos citar a Política de Gestão de Riscos, a Política de Gerenciamento de Capital, e a Política do Programa de Testes de Estresse.Por meio das políticas a GoiásFomento procura efetuar um gerenciamento integrado dos riscos, por meio da identificação, mensuração, avaliação, monitoramento, reporte, controle e mitigação dos efeitos adversos resultantes das interações entre os riscos mencionados.",
  "ova_b": "A GoiásFomento adota como princípios fundamentais utilizados no modelo de governança de riscos:1. Independência da função de riscos em relação a área de negócios;2. Envolvimento da alta direção nas tomadas de decisão;3. Decisões colegiadas e consenso sobre operações de crédito.A Gerência de Riscos Corporativos é responsável por:1. Acompanhar a evolução das carteiras de crédito;2. Acompanhar o cumprimento dos limites estabelecidos na RAS em conjunto com o Chief Risk Officer - CRO;3. Realizar o acompanhamento dos riscos inerentes à atividade da instituição, por meio de sistemas informatizados e por relatórios gerenciais;4. Realizar controle periódico das atividades de gestão de riscos;5. Colaborar com a supervisão de medidas adotadas, em matéria de riscos, para cumprir com as recomendações e indicações formuladas pelo regulador e auditoria local;6. Manter e atualizar as políticas e planos relacionadas aos riscos inerentes às atividades da instituição.7. Conforme § 2º, Art. 9º da Lei nº 13.303/16, a área responsável pela verificação de cumprimento de obrigações de gestão de riscos deverá ser vinculada ao diretor presidente e liderada por diretor estatutário, devendo o estatuto social prever as atribuições da área, bem como estabelecer mecanismos que assegurem atuação independente.A estrutura e governança de gerenciamento de riscos e capital conta com a participação de todos os seus níveis hierárquicos, tendo por finalidade otimizar o desempenho da instituição e proteger as partes interessadas, bem como facilitar o acesso ao capital, agregar valor à organização e contribuir para sua sustentabilidade, envolvendo principalmente aspectos voltados à transparência, equidade de tratamento e prestação de contas.Para tanto, os papéis e as responsabilidades dessa estrutura estão distribuídos em diferentes níveis hierárquicos, a saber:1. Conselho de Administração (CONSAD);2. Diretoria Executiva (DIREX);3. Gerência de Riscos Corporativos e Escritório de Projetos (GERIP);4. Assessoria de Controles Internos e Compliance (ASCIC);5. Auditoria Interna (AUDIN);6. Diretor de Riscos (do inglês - Chief Risk Officer (CRO));7. Proprietários de Riscos;8. Gestores de Contratos;9. demais Gerências de Áreas e suas Unidades; e10. funcionários e prestadores de serviços terceirizados.Segundo a Resolução CMN nº 4.557/17, o Conselho de Administração (CONSAD) é o órgão principal responsável por estabelecer as diretrizes, políticas e alçadas para a gestão de riscos e de capital. Na GoiásFomento, no nível executivo, o Diretor Presidente assume também o papel de diretor responsável pelo Gerenciamento de Riscos – CRO (Chief Risk Officer), conforme definido no regimento interno da Instituição, com a responsabilidade pela implementação da estrutura de gestão de riscos e pelo acompanhamento do seu desempenho.A estrutura organizacional de gerenciamento de riscos proposta pela GoiásFomento está em conformidade com as regulamentações vigentes no Brasil, incluindo a Lei nº 13.303/16 que dispõe sobre as atribuições e responsabilidades do CONSAD e do CRO no que tange a gestão de riscos.A GoiásFomento adota os seguintes fundamentos na prática de gestão de riscos:1. Visão contínua e Integrada de riscos;2. Compatibilização entre níveis de exposição a riscos, limites autorizados e retorno financeiro pretendido;3. Envolvimento da Alta Administração.Seguindo os princípios de boas práticas determinados pelo Banco Central do Brasil, o sistema de gerenciamento de riscos se estrutura em três linhas, com papéis e responsabilidades bem definidas, de forma a reafirmar a segregação entre as unidades de negócios e suporte e garantir a gestão dos riscos de forma descentralizada e independente. A GoiásFomento utiliza o modelo de 3 (três) linhas, definido pelo Instituto dos Auditores Internos do Brasil – IIA Brasil:Primeira linha: trata-se da área operacional ou de negócios, comprovando o alinhamento das estratégias de negócios da GoiásFomento, com a da gestão de riscos. Responsável pela gestão e resposta aos riscos por ela originados, pelo monitoramento, avaliação, controle e implementação de ações para mitigação dos riscos operacionais, e pela autoavaliação; 2. Segunda linha: Composta pelos supervisores dos riscos, sendo formada pela Assessoria de Controles Internos e Compliance - ASCIC e pela Gerência de Riscos Corporativos e Escritório de Projetos – GERIP, retratam a segunda linha de defesa e são incumbidos de definir metodologias de Autoavaliação e avaliação independente, mitigação (por meio de controles), monitoramento e reporte dos riscos corporativos, visando assegurar que os riscos da GoiásFomento sejam administrados de acordo com o apetite de risco, com as políticas e com os procedimentos estabelecidos. Dessa forma, a GERIP e a ASCIC apoiam o CRO em suas atribuições, o qual provê ao CONSAD e a DIREX uma visão global das exposições da Instituição de forma a adotar estratégias, políticas e medidas voltadas a todos os riscos em que a instituição está exposta;3. Terceira linha: a Auditoria interna tem como responsabilidade a avaliação contínua independente dos processos relativos ao gerenciamento dos riscos e cumprimento de normas internas e requisitos regulamentares.Dessa forma, observa-se uma segregação de atividades entre os participantes considerando o modelo de 3 (três) linhas.",
  "ova_c": "A GoiásFomento adota diversas iniciativas para disseminar e fortalecer a Cultura de Riscos, por meio da tomada de riscos de maneira consciente, por meio da discussão e decisão de ação sobre os riscos da instituição e sobre a responsabilidade de todos pela gestão de riscos.  A instituição também participa do Programa de Compliance Público do Poder Executivo do Estado de Goiás (PCP), instituído por meio do Decreto nº 9.406/2019. O PCP é definido como o conjunto de procedimentos e estruturas destinados a assegurar a conformidade dos atos de gestão com padrões morais e legais, bem como garantir o alcance dos resultados das políticas públicas e a satisfação dos cidadãos. O PCP, cuja participação é obrigatória para os entes da administração direta e indireta, é composto por quatro eixos prioritários: Eixo I - Ética, Eixo II - Transparência, Eixo III - Responsabilização e Eixo IV - Gestão de Riscos.  A Agência de Fomento de Goiás possui Código de Ética Conduta e Integridade, várias políticas dentre as quais a  Política de Gestão de Riscos, Plano de Integridade e Relatório de Integridade, Instruções Normativas que definem procedimentos, Resoluções Internas, Regimento Interno, Estatuto Social, e Relatórios de Gestão de Riscos, além da divulgação de determinados indicadores às áreas de negócio.  O Código de Ética Conduta e Integridade, as Políticas, os Planos, Instruções Normativas, Resoluções Internas, Regimento Interno, Estatuto Social, e manuais são publicados na intranet da Instituição. Os documentos que são considerados públicos e por exigência legal, também são publicados no sítio da Instituição.  A GoiásFomento possui ferramenta de e-mail e de chat interno para a disseminação da cultura de riscos e que também são utilizadas como canais para comunicar incidentes de risco operacional e para acesso a determinados documentos restritos a grupos de trabalho. Sempre que possível são realizadas reuniões com as Gerências, Diretorias e Conselho de Administração para disseminar a cultura de risco pela Instituição.  São realizadas reuniões do comitê gestor de controles internos e conformidade, onde são abordados assuntos relacionados à controles internos, gestão de riscos e conformidade em que participam todos os gerentes da GoiásFomento.  Todos os colaboradores e terceiros possuem a responsabilidade de comunicar os incidentes de riscos e demais problemas imediatamente, assim que tomarem conhecimento da situação para que providências possam ser devidamente tomadas.  A GoiásFomento possui política de divulgação de informações, que tem por objetivo definir princípios e diretrizes, observando as regras para a divulgação de informações sobre a Agência de Fomento de Goiás S/A e sua execução de políticas públicas de desenvolvimento econômico e social, garantindo assim que as informações da Agência sejam divulgadas de forma assertiva, técnica, completa, equitativa e transparente, bem como coibir a utilização indevida de informações privilegiadas.  Principais aspectos da Política de Divulgação de Informações:  1. Governança do processo de divulgação de informações, com as respectivas atribuições e cadeia de comando;  2. Listagem das Informações Periódicas com as respectivas responsabilidades; 3. Princípios que devem ser observados em todos os meios de divulgação de informações; 4. Período de Silêncio.",
  "ova_d": "O Escopo do gerenciamento de riscos se traduz no monitoramento, controle e mitigação dos riscos inerentes aos negócios assumidos pela instituição, com o intuito de suportar o desenvolvimento das atividades e dos processos de negócios de forma contínua, integrada e sustentável.Dentre as metodologias e ferramentas definidas e utilizadas na GoiásFomento, ressaltamos o mapeamento de processos de negócios, a constituição de inventário de processos, o mapeamento de riscos, a matriz de risco, bem como a utilização doacompanhamento dos riscos por meio da elaboração, pela Assessoria Técnica de Contabilidade, de documentos legais enviados periodicamente ao Banco Central do Brasil, como o Documento 3040 - Dados de Risco de Crédito, enviado para o Sistema de Informações de Crédito SCR, o Documento 2061 - Demonstrativo de Limites Operacionais que tem por objetivo apresentar, de forma sintética, as informações referentes aos detalhamentos do cálculo dos limites que devem ser monitorados pela Instituição e pelo Banco Central do Brasil, o Documento 2060 - Demonstrativo de Risco de Mercado, que apresenta de forma sintética as exposições dos diversos fatores de risco de mercado associados às operações realizadas e mantidas pela GoiásFomento entre outros.A GoiásFomento elabora Plano de Capital que procura estar alinhado ao planejamento estratégico, considerando um horizonte de 3 (três) anos.A partir do mapeamento dos processos de negócios e do mapeamento dos riscos em cada processo, é possível mensurar vários riscos, considerando o impacto e probabilidade de cada um, resultando na geração da matriz de riscos, com a indicação dos riscos mais relevantes.Para os riscos operacionais, a instituição utiliza as boas referências nacionais, e as melhores práticas internacionais, a exemplo da aplicação metodológica da ISO 31.000:2018, consultoria e Auditoria Baseada em Riscos, provida pela Controladoria-Geral do Estado.",
  "ova_e": "A GERIP encaminha reportes relativos à gestão de riscos à Diretora Executiva que reporta à alta administração.Além disso, a GoiásFomento possui Comitê Setorial de Compliance, responsável pela aprovação dos riscos operacionais, no âmbito do Programa de Compliance Público – PCPe escritório de compliance que auxilia nas funções do referido Comitê.A Gerência de Riscos Corporativos e Escritório de Projetos – GERIP está ligada à Presidência e atua de forma independente, avaliando, medindo e monitorando os riscos da GoiásFomento, fornecendo reportes à Diretoria Executiva (DIREX), por meio de relatórios, memorandos, despachos, pareceres técnicos, atendimentos aos órgãos legais e reguladores, e por meio de reuniões presenciais ou remotas.A GERIP comunica ao CRO, eventos de riscos relevantes e que possam gerar impactos negativos na Instituição, direcionando também à Diretoria Executiva, para avaliação e tomada das devidas providências, considerando a gravidade de cada situação.",
  "ova_f": "A GoiásFomento possui política do programa de testes de estresse aprovada pelo Conselho de Administração, que define os portfólios, os cenários adotados, as metodologias utilizadas e o uso dos resultados no gerenciamento de riscos Considerando a complexidade dos produtos e serviços bem como o enquadramento no segmento 4 (S4), além da limitação de profissionais na GERIP, a GoiásFomento efetua testes de estresse utilizando a análise de sensibilidade, sendo que os testes são feitos a partir dos valores da carteira de operações de crédito, do demonstrativo dos limites Operacionais - DLO e dos fluxos de caixa. Os testes de estresse de liquidez são elaborados pelo Gerência Financeira e enviados para a Diretoria Executiva periodicamente. Os demais testes de estresse são elaborados pela GERIP.São definidos cenários para execução dos testes, sendo que os resultados sãopassíveis de utilização para aprimoramento e revisão dos limites estabelecidos na Declaração de Apetite por Riscos – RAS.",
  "ova_g": "A mitigação de riscos na GoiásFomento é realizada por meio de metodologias, procedimentos, estruturas estabelecidas, com o objetivo de reduzir os impactos oriundos dos negócios da Instituição. A GoiásFomento possui comitês formalmente constituídos pela Diretoria Executiva, que estabelecessem seus respectivos objetivos e atribuições, composição de membros e regras para deliberações. A seguir o detalhamento de alguns comitês:Comitê de Elegibilidade: Comitê constituído conforme Lei nº 13.303/2016 para a verificação da conformidade do processo de indicação e de avaliação dos membros do Conselho de Administração e do Conselho Fiscal.Comissão de Licitações e Contratos: Órgão autônomo de caráter deliberativo, com a finalidade de opinar e decidir, nos limites de sua competência, sobre as compras e as contratações, na forma definida pelo Conselho de Administração e por seu Regimento Interno (Regulamento).Comitê de Ética e Sindicância: Órgão colegiado, tendo por finalidade fiscalizar as atividades funcionais e a conduta dos seus empregados, gestores e dirigentes, inclusive de forma preventiva e pedagógica, com sugestões de melhoria das atividades e processos de trabalhos.Comitê de Processo Administrativo e Disciplinar (CPAD): Órgão colegiado, tendo por finalidade a condução de processo administrativo de empregados, gestores e dirigentes, e o processo obedecerá, dentre outros, aos princípios da legalidade, finalidade, motivação, razoabilidade, proporcionalidade, moralidade, ampla defesa, contraditório, segurança jurídica, interesse público e eficiência.Comitês de Crédito: São órgãos colegiados responsáveis pela análise e aprovação das operações de crédito.Comitê de PLD/CFT: Conforme previsto na Política de Prevenção à Lavagem de Dinheiro e Combate ao Financiamento do Terrorismo, existe a prerrogativa deste comitê efetuar a análise prévia de novos produtos e serviços, sob a ótica da prevenção dos crimes de lavagem de dinheiro e de financiamento ao terrorismoComitê Setorial de Compliance: Zelar pela implementação dos eixos do Programa de Compliance Público e demais questões relativas à gestão riscos no âmbito do referido programa.Por meio da apuração dos incidentes, do mapeamento e classificação dos riscos, e dos planos de ação, e utilizando sistema de gestão informatizado, a GoiásFomento efetua a mitigação de riscos, a fim de que possam ser enquadrados em patamares adequados.A GoiásFomento acompanha os níveis de inadimplência por meio de indicadores, e avalia a necessidade de capital por meio do Índice de Basileia, e caso exista alguma variação destes indicadores, e que possam comprometer o bom desempenho operacional da instituição, são adotadas medidas para mitigação de riscos de crédito e de capital, após a avaliação e decisão da Diretoria Executiva. Por meio do acompanhamento diário da liquidez pela Gerência Financeira, a GoiásFomento procurar manter um equilíbrio entre pagamentos e recebimentos, para que a capacidade de pagamento da instituição não seja afetada, levando-se em consideração as diferentes moedas e prazos de liquidação de seus direitos e obrigações.A estratégia da GoiásFomento de manter baixo índice de imobilização, contribui para a mitigação de riscos.Por meio do mapeamento de riscos, a GoiásFomento consegue efetuar o levantamento das possíveis ameaças, procurando a melhor forma de lidas com riscos, e a partir do processo de tomada de decisão pela Diretoria Executiva, pode aceitar, evitar, transferir e mitigar os riscos que compreende que são inerentes à continuidade dos negócios.As ações de regulação efetuadas pelo Banco Central do Brasil no âmbito da GoiásFomento, são processadas e discutidas internamente para a promoção de alterações e melhorias nos processos de negócios, a fim de aumentar a aderência às novas exigências nacionais e internacionais, conforme as legislações aplicadas às Agências de Fomento.A GoiásFomento efetua a classificação de riscos considerando as categorias quantitativa e qualitativa, para posterior mensuração dos riscos e impactos, e dos pontos de controles. São criados planos de ação e acompanhamento para processos que apresentam incidentes de riscos recorrentes, e que afetam a continuidade dos negócios da instituição.A cada agregação de novos produtos, serviços, equipamentos ou procedimentos criados, a GoiásFomento procura utilizar novos procedimentos e novas tecnologias a fim de mitigar os riscos de falha em determinados processos de negócios, utilizando também, políticas, resoluções, manuais de procedimentos, planos, relatórios, execução de mecanismos de controles, monitoramento e avaliações periódicas de riscos, planejamento estratégico, e promoção de treinamentos aos colaboradores. Os fundos garantidores são utilizados para complementar as garantias exigidas e como mecanismos mitigadores de riscos.A GoiásFomento utiliza o Plano de Continuidade de Negócios como subsídio para garantir que a estrutura da empresa continue funcionando, mesmo durante situações de pandemia e busca preservar a segurança e a saúde dos colaboradores e clientes, considerando os protocolos dispostos no referido plano.",
  "ova_h": "A GoiásFomento possui uma estrutura de gerenciamento de capital compatível com a natureza de suas operações, com a complexidade dos produtos e serviços oferecidos, e com a dimensão da exposição a riscos inerentes à sua atividade, com o objetivo de assegurar a otimização do capital regulatório utilizado em seus negócios, avaliando as necessidades futuras de capital a fim de garantir a estabilidade a longo prazo, e para suportar o crescimento dos negócios de forma sustentável e eficiente.A estrutura de gerenciamento de capital tem como objetivo o gerenciamento dos riscos, a avaliação da necessidade de capital e a divulgação de informações das atividades empreendidas pela GoiásFomento, com o intuito de mantê-las com parâmetros prudentes.O Gerenciamento do capital é efetuado por meio de processo contínuo de monitoramento e controle e de otimização do capital mantido pela GoiásFomento, e pela sua avaliação para fazer face aos riscos assumidos, considerando o planejamento de metas e de necessidades de capital, de acordo com o planejamento estratégico, e pelo estabelecimento de limites de exposição a riscos que podem afetar o capital.O Plano de Capital é elaborado em consonância com o orçamento da Instituição e com o planejamento estratégico, para os próximos 05 (cinco) anos sendo aprovado pelo Conselho de Administração.A GoiásFomento avalia o requerimento Mínimo de Capital Total nos relatórios de Gerenciamento de Riscos.A GoiásFomento utiliza a Abordagem do Indicador Básico como metodologia para alocação de capital para cobertura do risco operacional.A Execução dos testes de estresse considerando o capital, também é efetuada periodicamente a fim de considerar cenários que influenciem o capital da Instituição.Por meio do Plano de Capital, elaborado em conjunto com a Assessoria responsável pelo Planejamento Estratégico, é possível avaliar os riscos de capital e em caso de insuficiência de capital, são previstas ações de contingenciamento, considerando a variação do Índice de Basileia.A GoiásFomento procura manter capital suficiente para a adequação do Patrimônio de Referência - PR para a cobertura dos riscos das atividades atuais e projetadas da instituição, visto que esta avaliação é realizada através do acompanhamento dos Índices de Basileia, Índice de Nível I, Índice de Capital Principal e Índice de Imobilização.A GoiásFomento procura manter índices de capital em nível superior ao mínimo estipulado pelo Banco Central, e índice de imobilização enquadrado dentro do limite máximo de 50% (cinquenta por cento) do PR ajustado, fixado pelo Bacen. Osrequerimentos mínimos são apurados a partir do percentual estipulado pelo Banco Central do Brasil - BCB, aplicado sobre o montante dos Ativos Ponderados pelo Risco (do inglês, Risk-Weighted Assets - RWA). A instituição mantém PR suficiente para fazer face ao risco de taxa de juros das operações não incluídas na carteira de negociação (Rban).A GoiásFomento em consonância com as recomendações do regulador, tem passado pela adequação do seu processo de gerenciamento de capital de acordo com as exigências dos Pilares I, II e III do Comitê de Basileia, visto que a instituição considera capital mínimo para cobertura dos riscos de mercado, crédito, operacional, utiliza abordagem padronizada, opera com capital acima do mínimo regulamentar, por considerar um PR + adicional de capital em níveis determinados pelo Bacen, e por atender aos requisitos de disciplina de mercado por respeitar critérios de transparência por meio da publicação de informações.",
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